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Por Minha
Irmã
David C.
Needham.
Esta é uma
história verdadeira de um menino cuja irmã necessitava de uma transfusão de
sangue. O médico informou à família que a menina tinha a mesma doença da qual o
menino se recuperara dois anos antes. Sua única chance de cura seria por meio da
transfusão de sangue de alguém que já houvesse contraído aquela doença. Como os
dois irmãos tinham o mesmo tipo raro de sangue, o menino sena o doador
ideal.
—Você
concorda em doar seu sangue a Mary? — perguntou
Johnny
hesitou. Seu lábio inferior começou a tremer. Em seguida, ele sorriu e
disse:
— Claro, por
minha irmã.
Os dois
irmãos foram conduzidos a uma sala do hospital. Mary, pálida e magra. Johnny,
robusto e sadio. Nenhum dos dois falou, mas, quando seus olhos se encontraram,
Johnny sorriu para a irmã.
Quando a
enfermeira picou o braço de Johnny com a agulha, o sorriso desapareceu. Ele viu
o sangue passando pelo tubo.
No momento em
que a transfusão estava quase terminando, a voz de Johnny, levemente trêmula,
quebrou o silêncio:
— Doutor,
quando vou morrer?
Foi então que o médico entendeu por que Johnny havia hesitado, por que seu lábio tremera quando concordou em doar seu sangue. Ele pensou que doar sangue à irmã o levaria à morte. Naquele breve momento, ele havia tomado uma grande decisão.
Porque vós, irmãos, foste chamados á liberdade. Não useis, então, da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pela caridade (amor). Porque a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. [Gálatas 5. 13, 14]
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