1Co 13.
4-7 – O amor é paciente, é benigno, o amor na
arde em ciúmes, não se ufana, não se
ensoberbece, não se conduz inconvenientemente,
não procura os seus interesses, não se exaspera,
não se recente do mal; não se alegra com a
injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo
sofre, tudo crê, tudo espera, tudo
suporta.
Autor
desconhecido
Ceder
não significa parar de me preocupar; significa
que eu não posso resolver os problemas da outra
pessoa.
Ceder
não significa isolar-me; significa que não posso
controlar a vida da outra
pessoa.
Ceder
não é tornar as coisas mais fáceis, mas extrair
lições das conseqüências de nossos
atos.
Ceder
é admitir que tenho limitações, o que significa
que o resultado final não depende de
mim.
Ceder
é não tentar modificar ou culpar outras pessoas;
eu só posso modificar a mim
mesmo.
Ceder
não significa deixar de prestar assistência;
significa continuar a demonstrar
interesse.
Ceder
não é jogar a culpa no outro, mas ter espírito
de solidariedade.
Ceder
não é julgar, mas admitir que a outra pessoa é
um ser humano.
Ceder
é não se intrometer tentando resolver problemas
alheios; é permitir que as pessoas encontrem as
soluções por conta
própria.
Ceder
é deixar de ser protetor; é permitir que a outra
pessoa enfrente a
realidade.
Ceder
não é rejeitar, mas
aceitar.
Ceder
não significa resmungar, censurar ou discutir;
significa aceitar as próprias falhas e
corrigi-las.
Ceder
não significa adaptar tudo conforme meus
desejos, mas aceitar cada dia como ele é e
apreciar cada momento.
Ceder
é não criticar nem controlar o outro, mas tentar
me transformar na pessoa que eu gostaria de
ser.
Ceder
não é arrepender-se do passado, mas adquirir
experiência e viver para o
futuro.