Leitura: João 20. 24-30


"Sem fé é impossível agradar a Deus" [HB 11.6]

Fé E Lógica.

 

A noticia ganhou a primeira pagina de vários jornais em todo o mundo. Um ossário, provavelmente do ano 60 d.C., achado nas cercanias de Jerusalém, com uma inscrição em aramaico dizendo “Tiago, filho de José, irmão de Jesus” pode ser a mais antiga referencia a Cristo já encontrada.

Pesquisadores receberão a noticia com certa cautela, não descartando a possibilidade de uma fraude, mas admitem que a descoberta pode ser verdadeira.

Não é de hoje que fé e ciência entram em conflito, pois cada uma tem seu próprio ponto de partida.

O que se passava na cabeça de Tomé após a morte de Jesus, só Tomé sabia. Jesus havia sido crucificado e tinha morrido. A informação oficial era essa. Mesmo tendo Jesus dito que haveria de ressuscitar, Tomé trabalhava com o fato da morte de Jesus.

Quando os discípulos lhe disseram que haviam visto o Senhor, a informação não batia com o que Tomé sabia até o momento. Sua mente trabalhava por lógica não por fé. Tudo que fugisse aos parâmetros da lógica não podia ser aceito como verdade. O mesmo principio direciona o pensamento do homem moderno, não há espaço para a fé. Agindo por lógica, acredita naquilo que sua mente comporta. Torna-se a medida de todas as coisas, inclusive o que é ou não aceito como verdade.

A experiência que Tomé teve com Jesus, colocando seu dedo nas mãos e no lado de Jesus, exatamente onde os pregos e a lança haviam sido cravados, destruiu sua lógica e o ensinou a andar por fé. Para quem hoje aguarda a confirmação dos pesquisadores sobre a veracidade daquela descoberta, para decidir se crerá ou não na existência de Jesus, ela não mudará em nada o que esta no coração: confiam nos pesquisadores, mas não em Jesus.

Porem lembre-se o único que pode levá-lo a eternidade é Jesus, e não os pesquisadores.

A fé em Cristo não se opõe a lógica, apenas vai alem.